Sobre o SOS

Rir é um bom remédio. Por muitas vezes ao dia rimos em situações extraordinariamente diversas e não percebemos isso, porque raramente controlamos conscientemente o nosso riso. O Neurobiologista Robert Provine, ao observar 1200 conversações em locais públicos como shopping, ruas, restaurantes, salas de aula, etc, descobriu que 80% do nosso riso não tem nada a ver com humor. Nós rimos essencialmente em situações sociais e geralmente em momentos de felicidade, prazer e brincadeiras, mas sabemos que ele é muito mais do que apenas uma mera manifestação de alegria. Ele também desarma as pessoas, cria uma ponte entre elas e facilita o comportamento amigável. Tudo isto indica que o riso é um elemento importante de nossa biologia comportamental humana. Precisamos dos risos e das brincadeiras para interagirmos como indivíduos com o grupo social no qual nos inserimos, e também para aliviar as tensões sociais do cotidiano. Quando soltamos uma boa gargalhada, nem imaginamos de que forma estamos a ajudar o nosso organismo. Conheça o impacto que o riso têm feito no corpo humano:

 

Objetivo Geral: 

Promover a experiência das visitas (intervenções) hospitalares utilizando arte do palhaço e a iniciação artística à comicidade dos pacientes durante a brincadeira em apresentações ou intervenções no leito. A arte do palhaço atua no estado de saúde sendo considerado um elemento auxiliar junto à terapia convencional nos hospitais. Utilizando as técnicas existentes na arte teatral com linguagens específicas que estabelecem pontes entre o ator e espectador, cada técnica trabalha um tipo de energia potencial no ator, e o palhaço é uma delas. Utilizamos a figura artística do palhaço, pois potencializa no ator/voluntário a disponibilidade e comicidade, estabelecendo uma relação com o público, fortificando a relação com o espectador como característica básica. Os atores/voluntários além da máscara do palhaço utilizam ainda, técnicas artísticas, circenses e musicais para o fortalecimento das intervenções.

Objetivos Específicos: 

Contribuir com a humanização hospitalar tendo como referência o lado saudável dos pacientes. Utilizando a alegria como estado gerador e transformador de ambientes e a chamada Psicologia Positiva, que tem como princípio estimular “o que está bom” e funcionando bem na vida de um ser humano, de modo a ajudá-lo a alcançar a plenitude de seu potencial, quebrando a rotina, amenizando o medo e o impacto do ambiente hospitalar. 

 

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